quarta-feira, 28 de junho de 2006

Dias assim

Há dias em que não existimos. Em que passeamos enquanto o sol gira em nosso redor e desaparece de novo.

Entre cada palavra há um repensar constante, há um repisar do que se pensa e mastigamos até à última o que se sente.

Por vezes apago o que escrevo. Não quero eternizar o que penso. Aliás, é a reciclagem constante do que se pensa que torna todo o processo de raciocinio interessante. Escrevê-lo faz com que perceba as minhas falhas e as contradições surgem... Preferia continuar assim, a pensar sobre o que penso e a escrever sobre o que escrevo. Entretem-me enquanto não quero sentir.

domingo, 25 de junho de 2006

Modigliani

Hoje sentei-me esroscada na terceira fila para assistir ao fim de mim.

sábado, 24 de junho de 2006

... enquanto martelava, martelavas tu no meu pensamento

no meio da multidão o mundo parece mais vazio

... enquanto martelava, martelavas tu no meu pensamento

no meio da multidão o mundo parece mais vazio

sexta-feira, 23 de junho de 2006

Será hj?

Num laivo de sensatez vi de relance as respostas para as minhas questões, mas estava escuro e ainda não consigo prender-lhes o rasto.

Hipótese Experimental (H1) vs Hipótese Nula (H0)

E vai daí... que só parece desesperante o vazio, quando temos opções que o preencham.

quinta-feira, 22 de junho de 2006

Uma carta (branca) em branco

Hoje latejaram-me ideias de esboços de palavras. Enquanto procurava uma forma para preencher a minha ausência de conteúdo, dei-me conta que não encontrava as letras que desenhavam o meu sorriso de cada vez que dizia o teu nome. Ouvi vezes sem conta o teu silêncio para tentar concretizar a tua ausência, mas os teus passos continuam a fazer ranger a madeira do meu chão.

Procuro ainda selar as frinchas da porta para poder escrever em letras GARRAFAIS...

JÁ GASTÁMOS AS PALAVRAS...

sábado, 17 de junho de 2006

circular interna


pensando bem... um círculo nunca chega a ser, antes que se feche.